
Natureza Plástica chega ao CEU Navegantes
com obras de Eduardo Srur e de estudantes
Natureza Plástica chega ao CEU Navegantes com obras de Eduardo Srur e de estudantes
Com patrocínio do Instituto Motiva, projeto transforma plástico descartado
em arte e promove nova edição no Grajaú, em diálogo com a paisagem da Represa Billings
Com patrocínio do Instituto Motiva, projeto transforma plástico descartado em arte e promove nova edição no Grajaú, em diálogo com a paisagem da Represa Billings
O artista Eduardo Srur leva o projeto Natureza Plástica ao CEU Navegantes, no Grajaú, com patrocínio do Instituto Motiva. A programação inclui oficinas com estudantes e uma exposição coletiva que reúne obras de Srur e trabalhos produzidos pelos alunos durante as atividades.
A exposição abre em 28 de setembro, às 10h, e apresenta os resultados desse processo de criação. Ao reunir as obras do artista e as produções dos estudantes, a mostra amplia a experiência das oficinas e aproxima diferentes olhares sobre a arte, a paisagem e o plástico como matéria-prima.


Localizado às margens da Represa Billings, o CEU Navegantes estabelece uma relação direta entre o projeto e seu território. Nesta edição, a água é um dos pontos de partida para as atividades com os estudantes, aproximando a história da arte da paisagem que faz parte do cotidiano dos alunos.
Criado por Srur, o Natureza Plástica aproxima arte e educação ambiental a partir da transformação do plástico descartado em matéria-prima para a criação. O projeto parte de obras conhecidas da história da arte, que são recriadas pelo artista com fragmentos de plástico, e leva esse repertório para escolas e CEUs por meio de encontros e oficinas.

No Navegantes, serão apresentadas releituras de Srur das obras A Grande Onda, de Hokusai; O Farol, de Anita Malfatti; O Grito, de Munch; Urutu, de Tarsila do Amaral; e Noite Estrelada, de Van Gogh. As três primeiras abrem uma conversa sobre a presença da água na arte. Nas oficinas, essa pesquisa se amplia com referências de José Pancetti, Fulvio Pennacchi e Alfredo Volpi, artistas cujas obras também trazem diferentes representações do mar, da água e de seus elementos.
A partir desse repertório, os estudantes desenvolvem suas próprias releituras com plástico descartado. O processo relaciona a criação artística a questões de consumo, descarte e meio ambiente e convida os alunos a observar o território em que vivem.
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A edição no Navegantes também conta com a participação de 14 estudantes com deficiência. Eles participam das atividades acompanhados por uma equipe de monitoria, que inclui arte-educadores, com apoio direto das escolas conforme as necessidades de cada aluno. Algumas turmas do ensino fundamental II terão ainda uma experiência de realidade virtual, ampliando o contato com as obras e com o universo da arte.


